Uma jornada imersiva e alinhada às exigências da nova NR-1 para transformar a cultura organizacional e cuidar do bem-estar das equipes por meio do pensar com as mãos!
Uma jornada imersiva e alinhada às exigências da nova NR-1 para transformar a cultura organizacional e cuidar do bem-estar das equipes por meio do pensar com as mãos!
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Este ciclo de oficinas propõe uma jornada imersiva especialmente desenhada para transformar a cultura organizacional e cuidar da saúde mental e do bem-estar dos trabalhadores. Ao traduzir conceitos contemporâneos sobre o comportamento humano em experiências táteis, trazemos a experiências artísticas e a filosofia learning by doing para o centro da estratégia de gestão de pessoas. A proposta central é cultivar o equilíbrio emocional e a segurança psicológica por meio de vivências estéticas e reflexões filosóficas guiadas, criando um espaço de pausa ativa, regeneração e ressignificação do cotidiano de trabalho.
Utilizando metodologias ativas, as oficinas rompem o automatismo da rotina, convidando os profissionais a desacelerar, reduzir o estresse crônico e pensar com as mãos. O diálogo com pensadores que analisam o cansaço e a hiperconectividade modernos, como Byung-Chul Han e Peter Pal Pelbart, serve como bússola para desarmar dinâmicas de esgotamento. A ponte entre essas reflexões guiadas e a criação física de artefatos de alto valor estético converte tensões latentes (como o burnout, o isolamento e a falta de engajamento) em vivências de descompressão, pertencimento e cuidado de si.
A recente atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) estabelece a obrigatoriedade da inclusão expressa dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). De acordo com o "Guia de informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho", publicado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as organizações devem identificar, avaliar e adotar medidas preventivas contra perigos invisíveis gerados pela organização do trabalho, como a sobrecarga mental, a exigência emocional severa, a falta de autonomia, o isolamento profissional e o esvaziamento de sentido.
O ciclo de oficinas TRANSFORMARE foi cuidadosamente desenhado para atuar como uma medida de intervenção e prevenção diante dessas diretrizes. Ao unir as metodologias learning by doing e a educação estética com as ciências humanas, nós não apenas discutimos o esgotamento, mas criamos um contraponto tátil a ele.
A matriz abaixo detalha como cada vivência da Marigold mapeia, acolhe e mitiga riscos psicossociais específicos previstos pela legislação brasileira, oferecendo às equipes de RH e SESMT uma ferramenta estruturada, ativa e humanizada de cuidado, ajudando a compor o plano de ação exigido pela norma oficial.
1. Prevenção à Dispersão e Sobrecarga Cognitiva
Tensão Latente (Risco): A dispersão crônica, a sobrecarga de estímulos e o sufocamento digital no cotidiano de trabalho.
Intervenção Proposta: Encontro 1 – O Filtro do Ruído (A Costura do Diário).
2. Prevenção à Despersonalização e Invisibilidade
Tensão Latente (Risco): A massificação do indivíduo, a perda da identidade autoral e a sensação de invisibilidade no ambiente corporativo.
Intervenção Proposta: Encontro 2 – O Mercado das Opiniões (A Escultura da Marca Pessoal).
3. Prevenção à Reatividade e Perda de Valores
Tensão Latente (Risco): A reatividade impulsiva sob pressão, o automatismo nas decisões e o distanciamento das âncoras éticas e pessoais.
Intervenção Proposta: Encontro 3 – O Cuidado de Si (A Alquimia das Tintas).
4. Prevenção ao Imediatismo Tóxico e Ansiedade
Tensão Latente (Risco): O imediatismo tóxico, o esgotamento produtivo e a ansiedade gerada pela pressa artificial das entregas.
Intervenção Proposta: Encontro 4 – O Tempo Retrovirado (A Prensa Contemplativa).
5. Prevenção ao Medo do Erro e Intolerância ao Fracasso
Tensão Latente (Risco): O medo paralisante de errar, a aversão ao risco e a intolerância ao fracasso instaurados na cultura da organização.
Intervenção Proposta: Encontro 5 – Kintsugi Emocional (A Pedagogia da Cicatriz).
6. Prevenção ao Isolamento e Competitividade Tóxica
Tensão Latente (Risco): Os silos de comunicação, o individualismo competitivo e o isolamento entre setores ou colegas.
Intervenção Proposta: Encontro 6 – O Mosaico Coletivo (A Inteligência dos Fragmentos).
7. Prevenção à Inflexibilidade Cognitiva e Resistência
Tensão Latente (Risco): A rigidez mental, o apego ao controle e a resistência velada diante de cenários de mudança e reestruturação interna.
Intervenção Proposta: Encontro 7 – A Estética da Impermanência (A Oshibana e o Esqueleto).
8. Prevenção ao Esgotamento por Máscaras Corporativas
Tensão Latente (Risco): O esgotamento emocional severo (burnout) provocado pelo peso de sustentar uma persona corporativa perfeita e invulnerável.
Intervenção Proposta: Encontro 8 – Ilusões Projetadas (A Modelagem do Corpo).
9. Prevenção à Apatia e Tédio (Quiet Quitting)
Tensão Latente (Risco): A apatia silenciosa, o tédio corporativo e o engessamento criativo decorrentes de uma rotina puramente utilitarista.
Intervenção Proposta: Encontro 9 – O Elogio ao Inútil (A Engenharia Lúdica).
10. Prevenção à Sobrecarga por Autossuficiência
Tensão Latente (Risco): A autossuficiência defensiva e a sobrecarga gerada pela incapacidade de pedir ajuda ou delegar tarefas.
Intervenção Proposta: Encontro 10 – A Arquitetura dos Nós (Os Fios da Interdependência).
11. Prevenção ao Esvaziamento de Sentido no Trabalho
Tensão Latente (Risco): O desalinhamento vocacional, o esvaziamento de propósito e o cansaço mecânico de operar no piloto automático.
Intervenção Proposta: Encontro 11 – A Corrente do Fluxo (A Âncora do Propósito).
12. Prevenção à Perda de Perspectiva Sistêmica
Tensão Latente (Risco): A perda de visão sobre a própria vida e o abandono das práticas de manutenção e autocuidado a longo prazo.
Intervenção Proposta: Encontro 12 – O Ecossistema da Existência (O Cultivo do Micro-Universo).
Nota de Responsabilidade e Escopo de Atuação
As vivências formativas e oficinas oferecidas pela Marigold Vivências Formativas possuem caráter estritamente educativo, cultural e de desenvolvimento humano. Elas atuam como ferramentas complementares e estratégicas para a promoção do bem-estar, mitigação de tensões latentes e fomento de uma cultura corporativa positiva.
Ressaltamos que a execução destas atividades, de forma isolada, não esgota as exigências e obrigações legais da empresa contratante no que tange ao gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais previstos na NR-1. A Marigold atua como parceira pedagógica focada no desenvolvimento da sensibilidade e não se responsabiliza pela conformidade ou aprovação da contratante em auditorias trabalhistas, avaliações do Ministério do Trabalho, emissão de laudos de saúde ocupacional ou por eventuais autuações e multas decorrentes do descumprimento das normas vigentes.
A Marigold é uma empresa-filha da Unicamp.